Lojas virtuais que não vendem
Considero como um marco para o e-commerce no Brasil o ano de 2001, quando ultrapassamos a cifra estimada de 1 milhão de compradores on-line. É claro que antes disso existiam empresas negociando, mas o volume de vendas ainda era incipiente em relação ao mercado. De qualquer modo, pode-se dizer que o e-commerce já atingiu a sua primeira década de vida no Brasil. .
Apesar disso, parece que ainda temos muito o que aprender sobre a arte de se vender on-line e uma das áreas que ainda deixam a desejar é o desenvolvimento de lojas virtuais. No meu trabalho de consultoria tenho deparado freqüentemente com clientes decepcionados com o e-commerce pelo fato de que as vendas não atingiram a expectativa. Ocorre que na maioria das vezes o problema não está no mercado, afinal o e-commerce vendeu mais de 10 bilhões de reais o ano passado, mas sim na loja virtual que foi desenvolvida para ser uma loja bonita, mas não uma loja vendedora. Uma loja virtual vendedora é uma loja pró-ativa que desperta o interesse do usuário pelo produto; que ajuda o usuário a tomar decisões de compra por meio da comparação entre produtos similares; que esclarece dúvidas e mostra os atributos positivos de cada produto; que permite uma compra rápida e fácil por meio de caminhos alternativos no site, entre inúmeros outros fatores que levam o usuário a sair da loja com a compra realizada.
Leia MaisE-commerce busca profissionais inovadores
São Paulo - Enquanto a expansão de grandes lojas do varejo segue a todo vapor para o mundo virtual, cresce a procura por profissionais preparados para a dinâmica de vendas online.
“Não há dúvidas de que há um ‘filão’ para profissionais interessados em entrar nesse mercado, com um crescimento apontado pelo setor de 30% ao ano”, explica André Assef, diretor operacional da consultoria Desix.
Se uma boa parte da economia deve migrar para o e-commerce nos próximos anos, aqueles que buscam colocação profissional na área devem ficar de olho nas mudanças do cenário.
Leia MaisA influência das Cores no E-Commerce
Já sabemos que um layout precisa ser prático e de fácil entendimento. É a chamada Usabilidade. Ela é pensada em facilitar a vida do usuário na navegação de sua loja. Cada elemento é inserido estrategicamente. Este trabalho é feito pois os usuários utilizam os sites de maneiras intuitivas. Por exemplo, não existe em nenhum lugar uma norma que especifique que clicando na logomarca do site, você irá voltar para a home, mas todo mundo usa esse método. O mesmo acontece com a palavra que possui um possível link, que se apresenta normalmente em azul e sublinhada. Então, há algumas “regras”, que quando usadas, facilitam a navegação.
No caso específico das lojas virtuais, use um menu que tenha aparência e comportamento de um menu. Normalmente, ele fica no topo do site e com uma lista de links na horizontal. O campo de busca deve vir no topo da loja, a fim de facilitar sua visibilidade e para ser objetivo, pois é um local usado com freqüência. Evite longos caminhos até a finalização da compra, isso será cansativo para o consumidor.
Outro item influenciável em usabilidade são as cores. Grande parte das cores usadas em design possuem um valor emotivo ou de reação agregado a elas. A seguir, aprofundaremos um pouco nessa questão.
Empresas procuram especialistas em mídias sociais
A mulher tinha acabado de comprar um carro novo na concessionária Mile One, mas estava triste porque ia se desfazer do seu carro velho. Então um funcionário da concessionária tirou uma foto dela com os dois automóveis - e a Mile One a pôs em contato com o comprador do seu carro velho online. "Eles se tornaram amigos pelo Facebook", disse Nicole Hayes, diretora de e-commerce para o Mile One Automotive Group.
Nicole afirma que essas interações, que considera muito úteis para fortalecer uma comunidade em torno da marca Mile One, a convenceram de que a companhia precisa adotar o canal da mídia social. A Mile One agora quer contratar um profissional desse campo em tempo integral.
Leia MaisDicas para criar anúncios no Facebook
Os anúncios no Facebook são uma excelente opção para marketing nas mídias sociais. É sem dúvida a modalidade de link patrocinado que mais tem se destacado nos últimos tempos e apresenta uma taxa de conversão invejável. Portanto, vamos analisar algumas dicas para quem pretende utilizar o Facebook Ads em suas campanhas de marketing nas mídias sociais.
O sucesso em campanhas de marketing no Facebook e outras ferramentas para links patrocinados, mede-se em termos de ROI – Return On Investment, como pudemos discutir em uma matéria publicada semana passada. Qualquer campanha de marketing online visa obter o máximo de retorno sobre o investimento feito e para isso é necessário observar algumas regras especiais sobre a formatação do anúncio. O objetivo é o de conseguir o maior CTR – Click Through Rate possível em cada campanha, principalmente em se tratando do Facebook que tem nessa métrica um fator determinante para a permanência ou não do anúncio em exposição. além disso, como no Google AdWords, o CTR do anúncio também influenciará diretamente no custo dos cliques. Portanto, vamos trabalhar um pouco as técnicas de forma a conseguir o melhor retorno possível do nosso investimento.
Leia MaisMonte seu próprio negócio e tenha uma renda extra. Revenda de Lojas Virtuais!!!
Como melhorar os resultados nas vendas
A principal ferramenta para relacionamento com o cliente é o CRM (Customer Relationship Management), sistema amplamente utilizado pelas grandes companhias que tem como objetivo levantar e arquivar informações e detectar os hábitos de consumo do comprador. O CRM ajuda a empresa a integrar todos os processos em que haja contato com o cliente, permitindo um visão única de todo o relacionamento. Entre as soluções acessíveis a pequenas e médias empresas está a versão do Microsoft Dynamics CRM para o Office e Windows Vista. A ferramenta engloba soluções de gestão financeira, da cadeia de suprimentos e de relacionamento com os clientes. Outra solução voltada para companhias de menor porte é o Siebel CRM Professional Edition, da Oracle, cuja grande vantagem é a facilidade de uso.
Fazer comércio eletrônico e aumentar a eficiência do site
O comércio eletrônico representa apenas 1% de tudo o que foi vendido no varejo brasileiro. Trata-se de uma estatística que pode ser vista pelas pequenas e médias empresas como uma grande oportunidade de crescimento. Para chegar até os cerca de 20 milhões de brasileiros que estão conectados à internet, nem sempre são necessários altos investimentos. “Em muitos casos, bastam algumas idéias que facilitem a vida do consumidor”, diz Gérson Schmitt, da Paradigma Tecnologia, de Florianópolis, que cria portais de comércio eletrônico para grandes e pequenos negócios.
Dicas infalíveis para arruinar sua loja virtual
O blog do E-Commerce publicou algumas “maneiras infalíveis de ARRUINAR SUA LOJA VIRTUAL”. Segundo eles, o sujeito tem o maior trabalho para montar a loja virtual e depois comete um monte de erros (isso quando não comete durante) que inevitavelmente vão o levar a ruína. E vão além, com o uso de pelo menos cinco delas o fracasso é certo. Vamos a um resumo.
1- Não capriche nas imagens dos seus produtos e não siga uma padronização.
2- Exija que seus consumidores se registrem antes de poder navegar na sua loja.
3- Não mostre o preço imediatamente em sua páginas.
4- Tenha páginas bem lentas no carregamento.
5- Hospede sua loja em um provedor bem baratinho, daqueles que são revenda da revenda da revenda.
6- Deixe o desenvolvimento e aperfeiçoamento da sua loja virtual a cargo daquele “sobrinho que mexe com internet”.
7- Não divulgue a sua loja.
8- Não se preocupe com os prazos de entrega.
9- Não precisa entregar exatamente o que você anunciar na loja virtual.
10- Não facilite a venda com diversas opções de pagamento.
11- Não coloque qualquer forma de interatividade com o cliente.
12- Não dê ouvidos às reclamações dos clientes.
13- Não fique atento a novas tecnologias.
14- Mande 10 vezes a mesma propaganda por e-mail.
15- Não faça boas descrições dos seus produtos.
16- Não identifique a sua empresa ou descreva suas políticas de privacidade ou trocas e devoluções.
17- Não coloque um número de telefone para seus visitantes entrarem em contato.
18- Não responda os e-mails de consulta no menor prazo possível.
Novo Help Desk
Informamos a todos os clientes da Liquida Net, que já disponibilizamos nosso novo sistema de Help Desk, com muito mais opções de atendimento, acompanha base de conhecimento, no qual estaremos sempre alimentando com as dúvidas de nossos clientes.
Como nosso novo sistema de Help Dessk, acreditamos que iremos ajudar muito mais a todos os clientes da Liquida Net, pois você pode abrir ticket de chamados com as opções de ( Alta, Média ou Baixa ), no qual iremos priorizar por ordem esse atendimento, o mesmo poderá ser fechado pelo cliente e ficará registrado em nosso banco de dados para futuras consultas caso seja necessário.
Leia MaisMeu email marketing foi bloqueado por spam. E agora?
Você sabe quais as diferenças entre o email marketing bloqueado como spam ou o email marketing entregue na caixa de spam? Imagino que não, afinal, quem envia uma campanha digital, almeja entregar na caixa de entrada. Ter o email marketing entregue na caixa de spam é tão negativo quanto ter o email bloqueado como spam. A pergunta principal em casos como esse é: “Afinal, a mensagem está impactando os contatos?”
Mas, os provedores, quando recebem um email marketing, possuem diversos tipos de comportamento e podem, tanto entregar a mensagem, quanto retornar um determinado erro. E, se ele considerar sua mensagem um spam, pode inseri-la dentro da caixa de spam do destinatário ou deixar de entregar e retornar com o erro “Bloqueado como spam” e, em algumas vezes, relatando os possíveis motivos.
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